domingo, 16 de agosto de 2015

Primeiro contato com Identidade e Cultura

Cultura: É usada pelo homens para atribuir signifciado a tudo, dá explicação aos fenômenos observados e vivdos pelos diversos povos ao redor do mundo. Pode também ser vista sob a perspectiva de um modo de vida que uma sociedade leva.
A cultura sempre está em transofrmação, e essa mudança pode ser muito impactante para a vida das pessoas que vivem sob sua influência. Podemos observar o atual cenário nacional, de inconformidade da parte de milhões de pessoas com as novoas causas sociais, como o debate pelos direitos dos homossexuais, por exemplo. Foi uma parte da população que sempre viveu à margem da sociedade, sofrendo preconceitos e violência (de forma física e verbal), tanto por parte das pessoas quanto pelo Estado. Hoje esse grupo de pessoas se posiciona ativamente, não que não houvesse um posicionamento no passado em busca de direitos, mas hoje esse posicionamento é maior, mais claro, objetivo.
Nosso país nasceu sob uma cultura cristã, na qual a homossexualidade é tratada com desdém, por se tratar de uma abominação aos olhos do deus da religião. Os homossexuais enfrentam ainda muita perseguição e retaliação por grande parte da sociedade, isso pode ser um sinal de que a cultura brasileira esteja mudando, de uma cultura quase que totalmente cristã, para uma em que as pessoas não se prendem tanto a religião e sejam mais abertas a diálogos e posicionamentos mais liberais. 
A professora em discussão sobre o assunto (cultura), aprensentou-nos o conceito de etnocentrismo que significa a valorização da sua cultura em detrimento das outras. Podemos observar esse fenômeno várias vezes durante o nosso cotidiano, fazendo observação sobre a reação e fala das pessoas, sobre as religiões de origem africana, por exemplo, como o candomblé e a umbanda, que são totalmente subjulgadas a “superioridade” do cristianismo (na sociedade brasileira), e que até sofre preconceito e também atos de intolerância religiosa. Citando apenas um exemplo de etnocentrismo, sem falar dos homossexuais, dos ciganos, dos estrangeiros que vêm de países subdesenvolvidos  para o Brasil, e etc. Todos que sofrem opressão fundamentada no etnocentrismo.
O conceito de identidade foi definido como o sentido de pertencimento e localização no tempo e no espaço e, em referência a um ou a vários grupos.
Basicamente, quando pessoas se identificam coom outras que tem crenças e hábitos semelhantes aos seus, acontece aí uma relação de identidade entre elas, porque passam a compartilhar do mesmo espaço para realizar suas práticas ou discutir suas ideias em comum.
Subjetividade foi definida como o mundo íntimo e particular de alguém, que não pode ser percebido por outros indivíduos, e que muitas vezes não é compreendida pelo próprio indivíduo sobre a qual ela está agindo. Os sentimentos, pensamentos, vontades, sonhos e planos que as pessoas fazem em seu interior e que não compartilham com mais ninguém, e por se tratar de coisas tão íntimas e não expostas, acaba sendo um mistério para o próprio indivíduo. Quem nunca se viu confuso ou perturbado diante de um pensamento ou desejo que veio de si próprio?

Alteridade é a capacidade de reconhecimento do outros, necessária para a construção dos sujeitos com suas próprias identidades. Ela é responsável por nos identificarmos com as outras pessoas, responsável por nos fazer encaixar em alguma identidade social, porque ela nos faz olhar para o outro e compreendê-lo como indivíduo único e que tem suas próprias qualidades e vontades como ser, mas que podem ser semelhantes às suas.

Performance são os comportamentos que usamos para expressar a nossa cultura. Um exemplo disso pode ser as drag queens, que para expressar a sua cultura, usam suas roupas características, falam suas gírias típicas, agem de um jeito típico também e etc. Na performance, aconteceu todos os estágios de identificação cultural que vimos: identidade, subjetividade e alteridade, que aqui são expressos para que possam ser vistos e revelar o indivíduo, em todo o seu esplendor de individualidade, porém pertencente a um grupo social.


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